Das cartas que fiz - 1


Desde a hora que acordei que pego o celular e penso "ligo ou não ligo?", "mando mensagem ou não mando mensagem?"... Não sei, no fim descobri que eu queria era fazer o mesmo que você fez, escrever uma carta à mão, como nos bons e velhos tempos onde a maior preocupação das nossas vidas era arrumar um jeito da gente não ser punida na coordenação da escola... Sei que a vida anda difícil, que as coisas não são como esperávamos que seriam, que o coração aperta e a mente explode, mas sei também que a gente continua firme, em pé, se apoiando e se mantendo. De tudo na vida que tenho, das coisas mais bonitas, das mais lindas, eu tenho você num dos melhores lugares. Queria poder te dar um beijo, um abraço, esfregar minha tatuagem do pescoço na sua da canela, porque somos idiotas e isso é o tipo de coisa que a gente faz, mas principalmente, eu queria fazer tudo isso só porque significaria estar ao teu lado. Não sei como andam as coisas por aí, se está chovendo (dentro e fora de você), ou se está sol (idem), mas espero que pelo menos esteja no meio termo e um arco-íris de cinco mil cores se forme no seu céu. Se não conseguir, deixa que a gente colore, que a gente pega amor e colore o ar com nossas risadas. No fundo, no fundo, isso tudo é pra dizer que te amo.

Os parabéns eu deixo pra depois e pra todos os dias. Na minha vida e na minha história todos os dias são seus.

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E então...

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