Do pedaço que falta.


Se do riso fez-se o pranto e da calma fez-se o vento, do amor fez-se o vazio.
E, como sempre e não mais que de repente, a gente só quer ser preenchido.
E (se) preencher.
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Desilusão ortográfico-amorosa.


Lá estava eu, no meio da festa, das luzes, das pessoas e da música. E no meio do caos eu encontrei você. Camisa branca, sorriso tímido, olhos semicerrados e um quê de mocinho. E no meio do caos você me encontrou, e no meio de tudo a gente se quis.
Foi uma dessas madrugadas que duram horas e vão embora em segundos. A manhã veio e o Sol derreteu todos os nossos sonhos de uma noite de inverno num lugar onde é sempre verão. Lembro que pensei “Eu que sou tão exigente só quero continuar aqui contigo”, então a gente começou a dançar, para logo se despedir e talvez não nos vermos mais.
E essa teria sido uma linda história de amor de uma noite só, não fosse a Internet. E o Facebook. E o bate-papo do Facebook. Sabe aquela hora que você perguntou “eai linda lenbra de me”? Eu tive vontade de sair correndo, xinguei a tecnologia, a globalização, a educação brasileira, a velhinha rabugenta da padaria e até Shonda Rhimes por ter matado little Grey antes dela se ajeitar com o Mark, mas pouco pude fazer... Então, olha, é o seguinte, eu lembro de você sim, mas a partir daquele momento tudo o que eu quis foi te esquecer.
E digo mais: os não letrados que me perdoem, mas ortografia correta é fundamental.
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