O tamanho das coisas.


Essa semana eu entrei, após anos, na casa que morei minha infância e adolescência inteiras. Na minha memória e histórias meu quarto era enorme. Sim, ENORME. Assim, com letras garrafais. Enorme, eu sempre dizia. Mas não é. Passei porta adentro e me deparei com um quarto no máximo mediano. Como coube tanta coisa ali? Acho que cabem mais memórias do que móveis, mais histórias do que “as duas camas com folga” que eu jurava caber lá dentro.

Vocês já pararam pra pensar no tamanho das coisas? A gente cresce e as coisas ficam pequenas ou será que a gente cresce e nossas lembranças que tornam as coisas grandes?

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