Escrevo porque preciso inventar e
reinventar minha vida que, de tão monótona, se fez ficção. Não sei fazer verso,
nem prosa, nem poesia. Não sei ser letra, palavra ou oração. Só sei ser
fantasia. E numa noite de sol estrelado, verde como o céu, brinco de ser
palavra jogada ao vento que de tão pesado parou de voar. Segurei-me num suspiro
para ver se saía correndo, e os meus, mais fortes que qualquer ventania,
me levaram exatamente para onde eu queria estar: dentro de mim.
E dentro de mim é o melhor lugar do mundo, mesmo que pra isso eu precise mentir.

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E então...